Baralho da Evitação Alimentar
R$213,00
Disponível por encomenda
Descrição
SINOPSE
O transtorno alimentar restritivo/evitativo (TARE) é mais comum na infância, mas muitos adolescentes e adultos não conseguem desenvolver uma relação saudável com os alimentos e o TARE pode se estender ao longo dos anos, de maneira crônica, sendo “normalizado” pelos indivíduos ao criarem estratégias de adaptação ou mesmo por falta de conhecimento. Esses pacientes compõem um grupo bastante heterogêneo, com características de curso do transtorno diferentes, o que muitas vezes dificulta ainda mais os indivíduos acometidos a se perceberem com o transtorno e deixa alguns psicólogos com dificuldades em estabelecer um plano de tratamento linear e adequado.
O Baralho da evitação alimentar: tratando pacientes com transtorno alimentar restritivo/evitativo surge como uma necessidade na clínica terapêutica, uma vez que as demandas das dificuldades alimentares aumentam a cada dia e as opções de recursos para lidar com tal queixa são escassas. Este baralho engloba todas as fases do tratamento por meio da terapia cognitivo-comportamental, possibilitando realizar uma intervenção psicológica completa que inclui psicoeducação, reestruturação cognitiva, exposição e desafios, além de abranger pacientes de diferentes faixas etárias, desde a infância até a idade adulta.
Este baralho dispõe de formulários digitais.
PÚBLICO-ALVO
Crianças a partir de 4 anos, adolescentes e adultos com diagnóstico de TARE ou que precisam de ajuda psicológica para limitar o consumo de alimentos não saudáveis, que têm necessidade de mudança de hábitos alimentares, baixo repertório alimentar, medo de comer ou mesmo falta de interesse pelos alimentos.
O QUE VOCÊ ENCONTRA NESTE RECURSO
7 cartas com as emoções mais comuns relacionadas à evitação alimentar
136 cartas com alimentos
22 cartas com pensamentos
9 cartas com lugares e situações-problema
17 cartas com desafios
Informação adicional
| Peso | ,250 kg |
|---|
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Seja nos colégios, consultório, aulas, palestras ou em conversações do cotidiano, um tema vem se tornando cada vez mais frequente em sua manifestação: o uso inadequado dos recursos tecnológicos, podendo reverberar em um possível adoecimento psíquico. Concomitantemente à angústia de pais, os educadores vêm lidando constantemente com estudantes que despendem um tempo significativo do seu cotidiano no uso destas tecnologias, resultando em prejuízos em suas avaliações e nas relações interpessoais (em alguns momentos este uso é feito dentro de sala de aula). No campo laboral, este tipo de queixa também ocorre, resultando em advertências e/ou demissões (este fenômeno é chamado de cyberslacking - o uso inadequado de tecnologia no ambiente de trabalho).
Este baralho torna-se uma nova estratégia, específico da cibercultura, para que psicoterapeutas possam atender tanto adolescentes como adultos que estejam apresentando uso problemático ou, em sua forma mais grave, uma dependência de três tipos de tecnologia: jogos eletrônicos (on-line ou off-line), internet e aparelho celular. Estes dois últimos apresentam uma caracterização semelhante no que se refere ao uso de aplicativos, as redes sociais, em especial. Porém, pelo celular ser um aparelho móvel ele detém outros riscos para o usuário, como seu uso no trânsito, assim como em locais inadequados para selfies.
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• facilitar a exposição de possíveis conteúdos individuais conflitantes, vivenciados pelos jovens em seus cotidianos;
• favorecer o reconhecimento e a nomeação das emoções nas diversas situações;
• estimular a reflexão acerca dos comportamentos apresentados a partir dos contextos culturais em que a criança está inserida e de acordo com teorias das habilidades sociais;
• buscar alternativas para a resolução das situações conflitantes;
• promover mudanças e possíveis generalizações dos comportamentos e sentimentos para outros contextos;
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Esta Obra é composta de 120 cartas, sendo elas de Situação de Risco, Estratégias de Enfrentamento e Manejo da Fissura. Tem como objetivos diagnosticar as situações de risco para os comportamentos "exagerados", treinar habilidades de enfrentamento para estas situações, trabalhar com o treinamento em solução de problemas e com as técnicas de manejo de fissura.
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