Baralho do Medo de Dirigir: autoconhecimento e psicoeducação
R$213,00
Disponível por encomenda
Descrição
Autor: Marina Marcon; William Fiuza
Este é o primeiro baralho desenvolvido no Brasil com o objetivo de auxiliar profissionais de psicologia no tratamento de pessoas que têm medo de dirigir. Por meio de quatro categorias de cartas – pensamentos sabotadores, pensamentos disfuncionais, reações físicas e estratégias de enfrentamento -, que podem ser usadas de diversas formas, o baralho é um recurso para ajudar na psicoeducação, autoconhecimento e estimulação de novas formas de interpretar o trânsito e a própria capacidade na direção
Informação adicional
| Peso | 0,520 kg |
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Ser assertivo significa ser capaz de expressar desejos e ideias, defender os próprios direitos, expor sentimentos, aceitar elogios e críticas e dizer "não" a demandas inadequadas, tudo isso sem ofender o outro. A assertividade não é um atributo genético, e ela pode ou não ser aprendida.
Assim, o presente jogo objetiva desenvolver a assertividade efetiva nas relações interpessoais. De modo lúdico, o baralho leva o participante a refletir sobre a forma como se comporta em situações interpessoais estressantes e fornece estratégias para que ele consiga conduzir esses momentos de maneira mais positiva, assertiva e eficaz.
O jogo pode ser utilizado em grupo (p. ex., no ambiente de trabalho) ou individualmente. O Baralho das Atitudes é um instrumento de grande valia para seu trabalho.
Ser assertivo é sinônimo de ser positivo nas palavras e nas ações. A noção de assertividade inclui: saber expressar sentimentos e desejos, fazer valer os próprios direitos, sem invadir os direitos das outras pessoas e entender o equilíbrio que deve existir entre os próprios desejos e os dos outros.
Na prática, isso quer dizer que a pessoa assertiva deve ser capaz de: defender seus direitos, dizer "não" quando não concordar, não puder ou não quiser fazer algo, expressar sentimentos positivos e negativos, pedir esclarecimentos quando não entender algo; não justificar todas as suas decisões ou sentimentos, falar por meio de frases diretas, sem muitas reticências, olhar nos olhos do interlocutor enquanto estiver falando e aceitar a responsabilidade por suas ações.
O baralho é destinado a adultos de ambos os sexos que apresentem problemas de ansiedade e stress advindos de dificuldades, principalmente relacionadas à assertividade, nas relações interpessoais, sobretudo nos contextos de trabalho e familiar.
Baralho das dependências tecnológicas
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Seja nos colégios, consultório, aulas, palestras ou em conversações do cotidiano, um tema vem se tornando cada vez mais frequente em sua manifestação: o uso inadequado dos recursos tecnológicos, podendo reverberar em um possível adoecimento psíquico. Concomitantemente à angústia de pais, os educadores vêm lidando constantemente com estudantes que despendem um tempo significativo do seu cotidiano no uso destas tecnologias, resultando em prejuízos em suas avaliações e nas relações interpessoais (em alguns momentos este uso é feito dentro de sala de aula). No campo laboral, este tipo de queixa também ocorre, resultando em advertências e/ou demissões (este fenômeno é chamado de cyberslacking - o uso inadequado de tecnologia no ambiente de trabalho).
Este baralho torna-se uma nova estratégia, específico da cibercultura, para que psicoterapeutas possam atender tanto adolescentes como adultos que estejam apresentando uso problemático ou, em sua forma mais grave, uma dependência de três tipos de tecnologia: jogos eletrônicos (on-line ou off-line), internet e aparelho celular. Estes dois últimos apresentam uma caracterização semelhante no que se refere ao uso de aplicativos, as redes sociais, em especial. Porém, pelo celular ser um aparelho móvel ele detém outros riscos para o usuário, como seu uso no trânsito, assim como em locais inadequados para selfies.
Baralho das forças de Caráter: Psicologia positiva para o desenvolvimento das potencialidades de adolescentes e adultos
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Este instrumento objetiva auxiliar o profissional em sua prática e trabalhar realmente com a Psicologia Positiva (PP), tendo em vista que a identificação e a promoção das forças de caráter são a espinha dorsal desse movimento científico. Composto por um caderno de atividades para utilizar juntamente com as cartas contidas no Baralho, além da Escala de Forças de Caráter, a aplicação conjunta dos materiais propicia ao cliente momentos de reflexão para que sejam produzidas mudanças efetivas na construção de seu bem-estar. Nesse viés, salienta-se que a aplicação de tais pontos fortes em nossas vidas é essencial para o aumento do bem-estar e para a construção de uma vida feliz.
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Por meio do baralho das forcas pessoais, a psicologia positiva é aplicada às crianças desde o consultório privado até as escolas e as instituições, uma vez que ele pode ser utilizado de modo individual ou grupal. Ele atua também como um coadjuvante de várias ferramentas psicoeducacionais, preparando a criança para a educação do século 21.
Assim, o uso deste baralho vai propiciar a ampliação da consciência sobre essas forças, que variam de criança para criança, além de favorecer seu uso com mais frequência no dia a dia. Com isso, as crianças poderão caminhar em direção às suas metas com melhor desempenho, engajamento, criatividade e, portanto, com maior sucesso e bem-estar.
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