Baralho das Emoções: Representação e Psicoeducação para Crianças e Adolescentes
R$213,00
Descrição
SINOPSE
As emoções têm um papel importante no desenvolvimento humano e social. Aprender a reconhecê-las e a expressá-las ajuda a identificar a intenção das pessoas e como se comportar em diferentes contextos e contribui para a capacidade de comunicação e para a forma como nos relacionamos. Não saber identificar que emoções sentimos ou mostrar intensidades exageradas/rebaixadas de emoções ou, ainda, identificar como alguém se sente ou como interpretar expressões faciais e físicas em outras pessoas são temas frequentes que precisam ser trabalhados em psicoterapia com crianças e adolescentes.
A fim de auxiliar a desenvolver os aspectos emocionais dos clientes, especialmente na presença de condições clínicas como transtornos do desenvolvimento ou alexitimia que podem tornar ainda mais difícil identificar e expressar emoções, foi criado o Baralho das emoções: representação e psicoeducação para crianças e adolescentes. Este rico instrumento para a prática clínica é composto por cartas que ilustram as emoções universais, suas diferentes intensidades e emoções sociais, bem como por cartões para psicoeducação, com explicações sobre as emoções, suas funções sociais e os contextos frequentes em que ocorrem. São descritas sugestões para uso individual e coletivo, com apresentação de casos clínicos e anexos, que podem ser usados durante as sessões ou como tarefas terapêuticas.
Este baralho dispõe de formulários digitais.
PÚBLICO-ALVO
Psicólogos, psiquiatras, psicopedagogos, educadores e demais profissionais que trabalham com aspectos emocionais de crianças e adolescentes.
O QUE VOCÊ ENCONTRA NESSE RECURSO
10 cartas com ilustrações das cinco emoções universais
Alegria, medo, nojo, raiva e tristeza.
12 cartas com ilustrações de intensidades variadas
Referentes as emoções universais: desamparo/desespero, felicidade, ódio, pavor, tranquilidade e tristeza intensa.
26 cartas com ilustrações de 12 emoções sociais
Amor, ansiedade, ciúme, confusão, culpa, desconfiança, desprezo [ironia/deboche], orgulho próprio, preocupação, surpresa, tédio e vergonha.
24 cartões para psicoeducação
Descrição de emoções, sinais para reconhecimento e situações em que ocorrem com frequência.
Informação adicional
| Peso | ,250 kg |
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Algumas pessoas possuem o dom natural de lidar com os outros de modo eficaz, o que leva ao estabelecimento de boas relações sem sacrifício pessoal. Outras, por serem inassertivas, apresentam dificuldades nesta área, tanto no contexto de trabalho como na esfera familiar.
Ser assertivo significa ser capaz de expressar desejos e ideias, defender os próprios direitos, expor sentimentos, aceitar elogios e críticas e dizer "não" a demandas inadequadas, tudo isso sem ofender o outro. A assertividade não é um atributo genético, e ela pode ou não ser aprendida.
Assim, o presente jogo objetiva desenvolver a assertividade efetiva nas relações interpessoais. De modo lúdico, o baralho leva o participante a refletir sobre a forma como se comporta em situações interpessoais estressantes e fornece estratégias para que ele consiga conduzir esses momentos de maneira mais positiva, assertiva e eficaz.
O jogo pode ser utilizado em grupo (p. ex., no ambiente de trabalho) ou individualmente. O Baralho das Atitudes é um instrumento de grande valia para seu trabalho.
Ser assertivo é sinônimo de ser positivo nas palavras e nas ações. A noção de assertividade inclui: saber expressar sentimentos e desejos, fazer valer os próprios direitos, sem invadir os direitos das outras pessoas e entender o equilíbrio que deve existir entre os próprios desejos e os dos outros.
Na prática, isso quer dizer que a pessoa assertiva deve ser capaz de: defender seus direitos, dizer "não" quando não concordar, não puder ou não quiser fazer algo, expressar sentimentos positivos e negativos, pedir esclarecimentos quando não entender algo; não justificar todas as suas decisões ou sentimentos, falar por meio de frases diretas, sem muitas reticências, olhar nos olhos do interlocutor enquanto estiver falando e aceitar a responsabilidade por suas ações.
O baralho é destinado a adultos de ambos os sexos que apresentem problemas de ansiedade e stress advindos de dificuldades, principalmente relacionadas à assertividade, nas relações interpessoais, sobretudo nos contextos de trabalho e familiar.
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Seja nos colégios, consultório, aulas, palestras ou em conversações do cotidiano, um tema vem se tornando cada vez mais frequente em sua manifestação: o uso inadequado dos recursos tecnológicos, podendo reverberar em um possível adoecimento psíquico. Concomitantemente à angústia de pais, os educadores vêm lidando constantemente com estudantes que despendem um tempo significativo do seu cotidiano no uso destas tecnologias, resultando em prejuízos em suas avaliações e nas relações interpessoais (em alguns momentos este uso é feito dentro de sala de aula). No campo laboral, este tipo de queixa também ocorre, resultando em advertências e/ou demissões (este fenômeno é chamado de cyberslacking - o uso inadequado de tecnologia no ambiente de trabalho).
Este baralho torna-se uma nova estratégia, específico da cibercultura, para que psicoterapeutas possam atender tanto adolescentes como adultos que estejam apresentando uso problemático ou, em sua forma mais grave, uma dependência de três tipos de tecnologia: jogos eletrônicos (on-line ou off-line), internet e aparelho celular. Estes dois últimos apresentam uma caracterização semelhante no que se refere ao uso de aplicativos, as redes sociais, em especial. Porém, pelo celular ser um aparelho móvel ele detém outros riscos para o usuário, como seu uso no trânsito, assim como em locais inadequados para selfies.
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O Baralho das habilidades sociais é uma ferramenta que permite ao profissional trabalhar as interações que nem sempre são observadas na família e na escola, onde as crianças deveriam aprender a expressar seus sentimentos, desejos, opiniões e direitos, propiciando que sejam adultos felizes, livres da agressividade e da hostilidade que podem interferir de forma negativa em qualquer época da vida. É um material elaborado como recurso lúdico, para atuar como instrumento auxiliar na observação, no treinamento e no desenvolvimento das habilidades sociais, tendo como objetivos principais:
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• favorecer o reconhecimento e a nomeação das emoções nas diversas situações;
• estimular a reflexão acerca dos comportamentos apresentados a partir dos contextos culturais em que a criança está inserida e de acordo com teorias das habilidades sociais;
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