Anamnese: exame clínico psicológico
Depressão
Para compor a coleção "Avanços em Psicoterapia: Prática Baseada em Evidências", apresentamos o 2° volume - Depressão.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica a depressão como a quarta doença de maior incidência global e um dos distúrbios mais observados em psicoterapia.
Depressão é um guia para o diagnóstico, avaliação e tratamento da depressão escrito por um dos principais especialistas no assunto, Dr. Lynn Rehm.
Este livro trata de questões referentes a etiologia, acompanhamento do transtorno e descrições de intervenções e métodos utilizados pela terapia cognitiva.
A obra é destinada a psicoterapeutas e tida como referência para professores e estudantes orientados para a prática, oferecerendo-lhes, por meio de uma leitura agradável, uma visão ampla e atualizada da depressão.
Sacudidos – 7 a 12 anos
Stress nas Escolas durante e após a pandemia da covid-19: problemas & soluções
Psicologia Social – Relatos Na America Latina
Expressão Vocal e Expressão Corporal
Transtorno do Espectro Autista
Inaugurando a coleção "Avanços em Psicoterapia: Prática Baseada em Evidências", oferecemos esta obra destinada aos psicólogos, médicos, professores e estudantes que atendem pacientes acometidos pelo Transtorno do Espectro Autista (TEA).
O livro aborda a etiologia, diagnóstico, evolução e comorbidades mais comuns do TEA por meio de descrições das intervenções comumentes utilizadas, expondo desde tratamentos tradicionais, até os complementares e alternativos - psicossociais, farmacológicos, educacionais e treinos de habilidades sociais.
Também são explorados os aspectos mais frequentes da prática clínica, com exemplos de casos reais, de maneira a facilitar o trabalho do profissional em seu dia-a-dia.
Compondo a obra, há uma revisão dos critérios diagnósticos apresentados pelos manuais DSM-5 e CID-10 e elucidações acerca das diferenças e mudanças de nomenclatura que foram instauradas ao longo dos anos.
Durante a leitura, o profissional encontrará caminhos para realizar e/ou confirmar de maneira eficaz um diagnóstico fidedigno, além de exemplos detalhados sobre tratamentos fundamentos em evidências clínicas.
Desta forma, podemos considerar a obra como um guia completo que auxilia os profissionais com orientações para o diagnóstico e acompanhamento do TEA.
Quase morri de raiva
“Quase morri de raiva” é um material lúdico e terapêutico, planejado para a identificação, nomeação e expressão verbal apropriada de emoções e sentimentos a partir de situações pictóricas (coisas e lugares) para a clientela infanto juvenil entre 6 e 14 anos. Pode ser usado tanto no contexto clínico diádico (criança e terapeuta), quanto em terapia de grupo. O material é composto por 35 cartões “sentimentos”, 35 cartões “coisas” e 35 cartões “lugares”. “Quase morri de raiva” pode ser usado de cinco formas diferentes: 1) relato sentimento/ coisas ou sentimento/ lugares em forma de jogo da memória ou livre escolha das cartas; 2) mímica dos sentimentos; 3) história emocionante; 4) livrinho de sentimentos; e 5) termômetro das emoções. Como o material é multifuncional, cada terapeuta também pode criar sua própria forma de aproveitar o material em suas sessões de ludoterapia.
Sou não sou
Material lúdico para uso terapêutico com crianças acima de 8 anos, que também pode ser usado na terapia de adultos, casais e famílias. Composto por 260 cartões com características pessoais em geral, 30 folhas de resposta e folha de regras. Tem como objetivo servir de recurso auxiliar na definição de metas para o processo terapêutico. Também pode ser usado no processo de autoconhecimento, pois facilita a autodescrição a partir das características apresentadas. Sou não sou pode ainda ser um instrumento útil para outros objetivos terapêuticos, de acordo com a criatividade dos terapeutas!!
TIG-NV – Teste de inteligência geral não-verbal – Caderno
O Teste de Inteligência Geral Não Verbal – TIG-NV tem como objetivo avaliar desempenhos característicos dos testes de inteligência não verbais e possibilita uma análise neuropsicológica, a qual permite identificar os tipos de raciocínios errados e os processamentos envolvidos na sua execução, além das classificações habituais do potencial intelectual. Pode ser utilizado de forma individual e coletiva, sendo esta última para fins de seleção, pois possibilita uma classificação dos sujeitos em termos de Percentil ou QI, além da classificação da inteligência de acordo com o grau de escolaridade (Fundamental, Médio e Superior), nas idades de 10 a 79 anos.