Já se passaram 15 anos desde a publicação da primeira edição da Psicofarmacologia Clínica da Infância e da Adolescência. Três tendências mais importantes na psicofarmacologia da infância e da adolescência desde a última edição merecem destaque. Em primeiro lugar, depois de um período de grande entusiasmo pelas novas medicações, especialmente os inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS) e os antipsicóticos atípicos/de segunda geração (ASG), e o aumento do número de prescrições dessas drogas a crianças e adolescentes, houve uma restrição bastante significativa, repleta de Avisos em Tarja Preta e Notas em Negrito determinados pela FDA norte-americana. É importante notar que, embora os ISRS e os ASG sejam amplamente prescritos em muitos transtornos psiquiátricos distintos em crianças e adolescentes, quase todas essas prescrições são para indicações não aprovadas pela FDA. As únicas indicações aprovadas atualmente pela FDA para o uso de ISRS em crianças e adolescentes são para a fluoxetina, em pacientes diagnosticados como portadores de transtorno depressivo maior (TDM; idades maior ou igual 8 anos) ou transtorno obsessivo-compulsivo (TOC; idades maior ou igual 7 anos), para a sertralina no TOC (idades maior ou igual 6 anos) e para a fluvoxamina no TOC (idades maior ou igual 8 anos); não há nenhum uso aprovado pela FDA para ASG em pacientes com idade maior ou igual 18 anos. Assim, muitos dos achados que contribuíram para a maior recomendação de cautela na administração dessas drogas decorreram de estudos realizados em crianças e adolescentes depois da comercialização inicial e do relato de eventos adversos.
“O pré-escolar” foi adicionado ao seu carrinho. Ver carrinho
Esgotado
Psicofarmacologia Clínica na Infância e na Adolescência
R$49,99
Fora de estoque
Produtos relacionados
Como lidar com a depressão
R$53,00
Melancolia e depressão são doenças comuns e frequentemente não identificadas em seus primeiros sintomas, só quando o quadro fica severo é que são levadas a sério. A depressão pode aparecer em qualquer fase da vida, da infância à velhice, e afeta mais as mulheres do que os homens.
Em muitos casos, esse transtorno psiquiátrico é tratado de forma inadequada. As consequências são sofrimento, cronificação, perda da qualidade de vida, desenvolvimento de outras doenças e até redução da expectativa de vida. No entanto, há tratamentos úteis e bem-sucedidos.
Este guia pretende esclarecer às pessoas deprimidas e a seus familiares sobre as queixas e os sintomas, a evolução, as causas e as possibilidades de tratamento da depressão. São apresentadas algumas sugestões de autoajuda para o acompanhamento, e sobretudo, para a prevenção desse transtorno.
Como lidar com o alcoolismo
R$67,00
O Medo E Seus Disfarces
R$60,00
O pré-escolar
R$105,00
OPD-2
R$193,00
Com o objetivo de ampliar e unificar a classificação diagnóstica baseada em sintomas, surgiu na décado de 90, na Alemanha, um grupo de psicólogos e psiquiatras que desenvolveu um novo protocolo para o diagnóstico clínico. E foi a partir deste protocolo que criou-se o OPD.
Este sistema busca fazer a diferenciação profunda e individualizada dos pacientes, sem desprezar o diagnóstico nosológico. É um método de avaliação desenvolvido para facilitar o diagnóstico clínico, o planejamento do tratamento e o prognóstico do caso.
Atualmente ele é muito utilizada na Alemanha e na Suíça, tanto por instituições públicos, quanto privadas, a fim de contemplar um sistema único para tratamentos psiquiátricos e psicológicos.
Por que eu tenho dificuldade de atenção? Crianças entendendo o transtorno de déficit de atenção/hiperatividade – TDAH
R$60,00
Transtorno Bipolar
R$119,00
WISC-IV – Avaliação Clínica e Intervenção
R$389,00