BARALHO DAS EMOÇÕES: Representação e Psicoeducação Para Adultos e Idosos
R$213,00
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Descrição
SINOPSE
A regulação emocional, o reconhecimento de sinais expressivos de emoção em outras pessoas e a forma como nos sentimos e mostramos nossas próprias emoções são temas frequentes em psicoterapia, dada a sua importância para a comunicação e as relações sociais. Instrumento inédito publicado no Brasil, o Baralho das emoções: representação e psicoeducação para adultos e idosos visa auxiliar no trabalho com as emoções, facilitando sua identificação, a psicoeducação e o treino de emissão e de regulação com adultos e idosos.
Nesta importante ferramenta para a prática clínica, as cartas ilustram homens e mulheres, com versões de pessoas adultas e idosas, representando emoções universais e sociais, bem como os cartões de psicoeducação explicam sobre tais emoções, sua função social, pistas expressivas que podem ser usadas para identificá-las e pensamentos ou falas frequentemente manifestados em psicoterapia quando elas são relatadas. Para enriquecer ainda mais o material, são descritas sugestões para uso individual e coletivo, com apresentação de casos clínicos e anexos, que podem ser usados durante as sessões ou como tarefas terapêuticas.
Este baralho dispõe de formulários digitais.
Informação adicional
| Peso | ,250 kg |
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Baralho das atitudes
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Algumas pessoas possuem o dom natural de lidar com os outros de modo eficaz, o que leva ao estabelecimento de boas relações sem sacrifício pessoal. Outras, por serem inassertivas, apresentam dificuldades nesta área, tanto no contexto de trabalho como na esfera familiar.
Ser assertivo significa ser capaz de expressar desejos e ideias, defender os próprios direitos, expor sentimentos, aceitar elogios e críticas e dizer "não" a demandas inadequadas, tudo isso sem ofender o outro. A assertividade não é um atributo genético, e ela pode ou não ser aprendida.
Assim, o presente jogo objetiva desenvolver a assertividade efetiva nas relações interpessoais. De modo lúdico, o baralho leva o participante a refletir sobre a forma como se comporta em situações interpessoais estressantes e fornece estratégias para que ele consiga conduzir esses momentos de maneira mais positiva, assertiva e eficaz.
O jogo pode ser utilizado em grupo (p. ex., no ambiente de trabalho) ou individualmente. O Baralho das Atitudes é um instrumento de grande valia para seu trabalho.
Ser assertivo é sinônimo de ser positivo nas palavras e nas ações. A noção de assertividade inclui: saber expressar sentimentos e desejos, fazer valer os próprios direitos, sem invadir os direitos das outras pessoas e entender o equilíbrio que deve existir entre os próprios desejos e os dos outros.
Na prática, isso quer dizer que a pessoa assertiva deve ser capaz de: defender seus direitos, dizer "não" quando não concordar, não puder ou não quiser fazer algo, expressar sentimentos positivos e negativos, pedir esclarecimentos quando não entender algo; não justificar todas as suas decisões ou sentimentos, falar por meio de frases diretas, sem muitas reticências, olhar nos olhos do interlocutor enquanto estiver falando e aceitar a responsabilidade por suas ações.
O baralho é destinado a adultos de ambos os sexos que apresentem problemas de ansiedade e stress advindos de dificuldades, principalmente relacionadas à assertividade, nas relações interpessoais, sobretudo nos contextos de trabalho e familiar.
Baralho das dependências tecnológicas
R$215,00
Seja nos colégios, consultório, aulas, palestras ou em conversações do cotidiano, um tema vem se tornando cada vez mais frequente em sua manifestação: o uso inadequado dos recursos tecnológicos, podendo reverberar em um possível adoecimento psíquico. Concomitantemente à angústia de pais, os educadores vêm lidando constantemente com estudantes que despendem um tempo significativo do seu cotidiano no uso destas tecnologias, resultando em prejuízos em suas avaliações e nas relações interpessoais (em alguns momentos este uso é feito dentro de sala de aula). No campo laboral, este tipo de queixa também ocorre, resultando em advertências e/ou demissões (este fenômeno é chamado de cyberslacking - o uso inadequado de tecnologia no ambiente de trabalho).
Este baralho torna-se uma nova estratégia, específico da cibercultura, para que psicoterapeutas possam atender tanto adolescentes como adultos que estejam apresentando uso problemático ou, em sua forma mais grave, uma dependência de três tipos de tecnologia: jogos eletrônicos (on-line ou off-line), internet e aparelho celular. Estes dois últimos apresentam uma caracterização semelhante no que se refere ao uso de aplicativos, as redes sociais, em especial. Porém, pelo celular ser um aparelho móvel ele detém outros riscos para o usuário, como seu uso no trânsito, assim como em locais inadequados para selfies.
Baralho das distorções
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Baralho das Distorções: enfrentando as armadilhas dos pensamentos", criado por Vanina Cartaxo, é um exemplo de como o embasamento teórico aliado à sensibilidade e à criatividade pode tornar a aprendizagem de complexos conceitos sobre as distorções cognitivas uma deliciosa aventura para nossas crianças. A metáfora de monstrinhos que atacam os nossos pensamentos e nos levam a pensar de uma maneira completamente diferente do que pensaríamos se eles não nos atacassem é genial. Cada monstrinho possui um nome diferente conforme cada distorção cognitiva específica. Quem estuda a terapia cognitiva com certeza conhece as famosas distorções de pensamento que ensinamos e nomeamos para nossos pacientes adultos. Vanina criou uma maneira de ensinar, identificar e transformar as distorções cognitivas através de seu Baralho. O objetivo maior deste instrumento é auxiliar psicoterapeutas que trabalham com crianças e adolescentes a identificar e corrigir, de forma metacognitiva, uma série de distorções que podem vir a desenvolver nessa etapa da vida. O primeiro ao quarto capítulos são dedicados ao entendimento da cognição como gerenciadora dos comportamentos e mostra como as falhas desse processamento podem gerar as distorções que perpetuam determinados esquemas disfuncionais, tão prejudiciais ao funcionamento saudável da mente. No quinto e sexto capítulos, a autora descreve o instrumento e os procedimentos para a utilização do mesmo. Através de uma forma inteligente e criativa, os monstrinhos (personagens tão comuns no universo infantil) serão os grandes aliados em uma das principais tarefas dos terapeutas. Para fechar com chave de ouro, o sétimo capítulo demonstrará o passo a passo, através de exemplos e ilustrações, de como o terapeuta pode agir do início ao fim com crianças e pais no processo da reestruturação cognitiva. Tenho a plena convicção de que este material, tão rico e criativo, contribuirá para ajudar na solução das distorções não somente de crianças e adolescentes, mas de terapeutas que desejam contribuir para o desenvolvimento de uma infância mais protegida.
Baralho das habilidades sociais
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O Baralho das habilidades sociais é uma ferramenta que permite ao profissional trabalhar as interações que nem sempre são observadas na família e na escola, onde as crianças deveriam aprender a expressar seus sentimentos, desejos, opiniões e direitos, propiciando que sejam adultos felizes, livres da agressividade e da hostilidade que podem interferir de forma negativa em qualquer época da vida. É um material elaborado como recurso lúdico, para atuar como instrumento auxiliar na observação, no treinamento e no desenvolvimento das habilidades sociais, tendo como objetivos principais:
• observar os comportamentos individuais de cada jogador;
• verificar a interação dos jogadores no grupo;
• facilitar a exposição de possíveis conteúdos individuais conflitantes, vivenciados pelos jovens em seus cotidianos;
• favorecer o reconhecimento e a nomeação das emoções nas diversas situações;
• estimular a reflexão acerca dos comportamentos apresentados a partir dos contextos culturais em que a criança está inserida e de acordo com teorias das habilidades sociais;
• buscar alternativas para a resolução das situações conflitantes;
• promover mudanças e possíveis generalizações dos comportamentos e sentimentos para outros contextos;
• mediante os processos de intervenção, comparar o desempenho da criança em diferentes momentos, observando possíveis mudanças.
Baralho das habilidades sociais conjugais: avaliando e treinando habilidades com casais
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Baralho de Histórias
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O Baralho de histórias é um material lúdico desenvolvido para auxiliar o profissional na conceitualização e na intervenção cognitiva de forma colaborativa. A experiência clínica indica que, muitas vezes, o paciente tende a se sentir confrontado e desconfortável na sessão quando o profissional faz perguntas diretas sobre seus problemas e sentimentos.
Para diminuir esse desconforto, a brincadeira pode ser um recurso eficaz.
Ferramenta para ser utilizada a partir dos 5 anos, pode ser usada sem limite de idade, inclusive com idosos, visando acessar de maneira lúdica os pensamentos, emoções e comportamentos associados às dificuldades do paciente.
Baralho de Treinamento de Pais
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Baralho dos Sintomas
R$213,00
O Baralho dos Sintomas é um instrumento para ser utilizado com adultos e adolescentes. Visa facilitar a identificação clínica dos transtornos: depressivo, afetivo bipolar, de ansiedade social, de ansiedade generalizada, de pânico, obsessivo-compulsivo, de estresse pós-traumático, de déficit de atenção/hiperatividade e de personalidade borderline. Através deste recurso, o terapeuta complementa a avaliação clínica de uma forma mais estruturada, lúdica e dinâmica sobre os transtornos em questão. Assim, além de facilitar a identificação dos sintomas, o baralho é um excelente artifício para trabalhar a Psicoeducação dos transtornos, uma vez que as cartas facilitam a visualização das suas principais características e auxiliam na investigação de distorções cognitivas relacionadas.
