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Por Que Eu Desafio: Crianças Entendendo o Transtorno de Oposição Desafiante
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Com linguagem acessível e ilustrativa, este livro busca psicoeducar o público infantil sobre o transtorno de oposição desafiante (TOD). Ele explica as dificuldades encontradas pelas crianças com TOD, suas alterações e o modo como podem ser ajudadas a ter qualidade de vida, bem como prevenir alterações comportamentais e emocionais decorrentes do transtorno.
Por meio da conexão entre o entendimento do TOD e as estratégias de enfrentamento para possíveis dificuldades, o leitor poderá reconstruir suas ideias e comportamentos, promovendo pensamentos mais funcionais na luta contra os sintomas.
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Sucesso no segmento da Terapia Cognitiva, a obra "A prática cognitiva na infância e na adolescência" reúne autores do Brasil e do exterior que atuam nesse segmento. Publicado pela Sinopsys Editora, a obra ganha uma nova versão, atualizada com novas técnicas de intervenções cognitivas. O livro chega com o intuito de qualificar os profissionais que trabalham na área e estimular novos terapeutas a atuarem nesta sensível fase do desenvolvimento humano.
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Como lidar com a automutilação
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Frequentemente confundida com tentativa de suicídio, a automutilação é um comportamento desenvolvido principalmente pelo adolescente como maneira de aliviar seu sofrimento psicológico. A prática geralmente está associada a outros problemas psiquiátricos e ainda é objeto de poucos estudos no Brasil. A internet tem sido benéfica para a solução do problema, na medida em que o adolescente pode encontrar apoio on-line, mas também tem se mostrado extremamente prejudicial na difusão de métodos de mutilação e até na influência sobre os jovens que não sabem como resolver seus problemas de outra forma. A automutilação também está bastante ligada ao bullying, prática que vem sendo atualmente combatida em larga escala, em todos os meios sociais.
Este guia traz informações sobre os grupos de risco, os motivos que levam o paciente a se automutilar, sobre como identificar o problema, como abordar o paciente que sofre de automutilação e como realizar o tratamento desse comportamento.
Voltado principalmente para pais e professores, este guia também é indicado para adolescentes, jovens, adultos e todos que estejam passando pelo problema e precisem de ajuda. Há instruções práticas e direcionadas para a abordagem e a resolução desse problema, que ainda é tabu em todo o mundo, mas que apresenta número alarmante de praticantes nas estatísticas.
Compreensão de leitura: Teoria e prática
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Teoria e prática
O objetivo principal da leitura não é o processo de ler as palavras, mas de entender aquilo que lemos. Por isso, nos últimos anos há uma ênfase crescente na importância da compreensão de leitura. Contudo, existem ainda poucos trabalhos sobre esse tema vital que sejam acessíveis a estudantes, professores em atividade e formadores de docentes.
Compreensão de leitura: Teoria e prática apresenta um panorama de pesquisas recentes sobre o desenvolvimento da compreensão leitora e os problemas de compreensão em crianças. O livro oferece um exame detalhado de competências-chave que contribuem para essa capacidade, bem como as características de crianças que têm dificuldades nessa área, examinando maneiras de auxiliar e aprimorar a compreensão. É um texto em linguagem acessível destinado a estudantes e profissionais sem experiência com a psicologia da leitura e com os problemas relacionados à leitura.
Este manual indispensável faz a seguinte pergunta: "O que é compreensão?". Os autores examinam a compreensão de diferentes unidades da língua - a compreensão de palavras isoladas, de frases e de textos em prosa - e delineiam o que os leitores (e ouvintes) têm de fazer para entender com sucesso um texto extenso. Este livro também considera a compreensão com diferentes objetivos, em particular ler por prazer e ler para aprender, analisando como as características do leitor - como o interesse e a motivação - podem influir no processo de compreensão.
Ao longo do texto, destacam-se intervenções bem sucedidas, experimentais e desenvolvidas em sala de aula. Em cada capítulo, o leitor encontra ideias práticas para uso na sala de aula, quadros, sumários e glossários que detalham os pontos principais e explicam os termos técnicos utilizados.
Pela perspectiva do cliente: Teoria e técnica da Avaliação Terapêutica
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A Avaliação Terapêutica é uma abordagem da avaliação colaborativa semiestruturada, apoiada na filosofia humano-científica de Fischer, que foi desenvolvida pelo autor desta obra, Stephen E. Finn, e alguns de seus colegas do Center for Therapeutic Assessment, em Austin, Texas. Um de seus princípios fundamentais é a necessidade de englobar o contexto em que a pessoa está inserida, a fim de compreender plenamente sua visão de mundo, de causar impacto na vida dos clientes e de ajudá-los com seus problemas que são persistentes.
Esta obra contém diversos capítulos que apresentam técnicas específicas de Avaliação Terapêutica e colaborativa, auxiliando os leitores a aprender as engrenagens desse método, tais como integrar achados de testes, envolver os clientes na discussão de suas experiências na aplicação de um instrumento e conduzir sessões de intervenção.
"As revelações do Dr. Finn trouxeram novos ares para a prática da avaliação. Seus casos ilustrativos e exemplos pessoais são inspiradores e oferecem o estímulo para que os profissionais possam fazer mudanças no modo como entendem e praticam a avaliação. Este livro é fundamental para psicólogos que queiram fazer uma diferença na vida de crianças, adolescentes, adultos, casais e famílias com suas avaliações psicológicas!" - Debora Tharinger, Universidade do Texas.
Segundo o autor, a maior parte da Psicologia adotou um paradigma antigo em que a avaliação psicológica é vista como uma espécie de exame de sangue mais sofisticado. Existem as ferramentas, denominadas testes psicológicos, que podem ser usadas para "extrair" informações de um paciente. Depois disso, é possível colocar os dados em um computador, que os analisará e fornecerá uma interpretação que pode, então, ser utilizada para tomar decisões ou direcionar o tratamento.
Essa é uma caracterização difícil, especialmente para os inúmeros clínicos talentosos e habilidosos que praticam uma forma humanizada e não mecânica de avaliação psicológica. O autor, no entanto, acredita que eles sejam grandes exceções e questina: quantos avaliadores você conhece que nunca dão devolutiva da avaliação para os clientes, ou que lhes enviam pelo correio um longo relatório padrão cheio de jargão técnico e outras expressões sem sentido?"
Historicamente, os objetivos da avaliação psicológica foram direcionados para atender às necessidades de profissionais de saúde mentaal: esclarecer um diagnóstico ou condição de saúde mental de um cliente, ajudar no planejamento do tratamento ou avaliar a eficácia de intervenções que já haviam ocorrido. Finn e Tonsager (1997) chamaram essa abordagem de "modelo de coleta de informações" de avaliação psicológica. Em contraste, o objetivo principal da Avaliação Terapêutica é alcançar os objetivos e/ou necessidades dos clientes. Geralmente, isso envolve identificar, examinar e responder perguntas dos clientes sobre si mesmos e/ou suas relações com os outros. Sendo assim, a Avaliação Terapêutica reconhece a base contextual de todo o saber e rejeita a meta positivista do psicólogo como "observador objetivo".
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