Aprendendo a aprender
R$55,00
Para Psicopedagogos e educadores.
Neste livro em forma de caixinha estão 100 cartas. Em cada uma, uma pergunta ou um tema. O profissional de educação lê a carta para o aluno e, ao ouvir a resposta, deverá continuar a discussão. O debate leva o aluno a refletir sobre o que ajuda ou atrapalha a aprendizagem e sobre um novo formato de comportamento mais produtivo.
Informação adicional
| Peso | 0,3 kg |
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Este Baralho é uma ferramenta pensada para ser multifuncional no trabalho com as questões sexuais. Ele é composto por um kit de três baralhos que podem ser usados criativamente pelo terapeuta de acordo com a demanda que se apresente: no trabalho clínico com pacientes ou casais com dificuldades sexuais, na abordagem da sexualidade de pacientes em geral, na prevenção e promoção de uma vida sexual saudável, na educação sexual de jovens e adultos, etc. "Conversando sobre sexo" traz cartas que podem ser utilizadas para facilitar a abordagem de temas sexuais no consultório. "Mitos sexuais" pode ser utilizado na psicoeducação das crenças distorcidas sobre sexualidade que se encontram na base das disfunções e dificuldades sexuais. "Desvendando a sexualidade" permite ao terapeuta abordar em sua entrevista todos os pontos necessários para uma conceitualização de caso adequada dentro do modelo da Terapia Cognitiva Sexual.
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Seja nos colégios, consultório, aulas, palestras ou em conversações do cotidiano, um tema vem se tornando cada vez mais frequente em sua manifestação: o uso inadequado dos recursos tecnológicos, podendo reverberar em um possível adoecimento psíquico. Concomitantemente à angústia de pais, os educadores vêm lidando constantemente com estudantes que despendem um tempo significativo do seu cotidiano no uso destas tecnologias, resultando em prejuízos em suas avaliações e nas relações interpessoais (em alguns momentos este uso é feito dentro de sala de aula). No campo laboral, este tipo de queixa também ocorre, resultando em advertências e/ou demissões (este fenômeno é chamado de cyberslacking - o uso inadequado de tecnologia no ambiente de trabalho).
Este baralho torna-se uma nova estratégia, específico da cibercultura, para que psicoterapeutas possam atender tanto adolescentes como adultos que estejam apresentando uso problemático ou, em sua forma mais grave, uma dependência de três tipos de tecnologia: jogos eletrônicos (on-line ou off-line), internet e aparelho celular. Estes dois últimos apresentam uma caracterização semelhante no que se refere ao uso de aplicativos, as redes sociais, em especial. Porém, pelo celular ser um aparelho móvel ele detém outros riscos para o usuário, como seu uso no trânsito, assim como em locais inadequados para selfies.
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Por meio do baralho das forcas pessoais, a psicologia positiva é aplicada às crianças desde o consultório privado até as escolas e as instituições, uma vez que ele pode ser utilizado de modo individual ou grupal. Ele atua também como um coadjuvante de várias ferramentas psicoeducacionais, preparando a criança para a educação do século 21.
Assim, o uso deste baralho vai propiciar a ampliação da consciência sobre essas forças, que variam de criança para criança, além de favorecer seu uso com mais frequência no dia a dia. Com isso, as crianças poderão caminhar em direção às suas metas com melhor desempenho, engajamento, criatividade e, portanto, com maior sucesso e bem-estar.
Este baralho é composto por 30 cartões, das quais seis representam as virtudes e 24 representam as forças pessoais. O baralho é acompanhado por um caderno de atividades individuais e para grupos.
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O "Baralho do Exagero: Manejando a Fissura e Prevenindo Recaídas" é um material didático que orienta os terapeutas que trabalham com os indivíduos que sofrem casos de "exagero" em seu modo de se relacionar com drogas, sexo, jogo, computador, compras, cabelos e comida. Percebi que seria interessante que os profissionais tivessem um instrumento terapêutico auxiliar que servisse como uma espécie de supervisor que participasse no processo de diagnosticar as situações de risco e de elaborar suas respectivas estratégias de enfrentamento para os comportamentos "exagerados".
Esta Obra é composta de 120 cartas, sendo elas de Situação de Risco, Estratégias de Enfrentamento e Manejo da Fissura. Tem como objetivos diagnosticar as situações de risco para os comportamentos "exagerados", treinar habilidades de enfrentamento para estas situações, trabalhar com o treinamento em solução de problemas e com as técnicas de manejo de fissura.
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Um livro em forma de caixinha, para ser utilizado com os amigos, a família ou na escola. Retire ao menos uma de cada um dos quatro grupos de cartas. Veja o que está escrito em cada carta e use a criatividade para unir os elementos e criar uma história. São milhares de combinações possíveis. E milhões de coisas que a sua imaginação pode inventar.
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Nesta caixa estão 100 cartas com 100 perguntas para você iniciar uma conversa com quem você quiser: família ou amigos. Reúna as pessoas e comece o bate-papo. A única regra é querer se divertir. Olhe aqui dois exemplos: - O que você faria se estivesse preso por um crime que não cometeu e tivesse a oportunidade de fugir? - O que você faria se pudesse banir da face da Terra um tipo de música? Qual seria?
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