OPD-2
Com o objetivo de ampliar e unificar a classificação diagnóstica baseada em sintomas, surgiu na décado de 90, na Alemanha, um grupo de psicólogos e psiquiatras que desenvolveu um novo protocolo para o diagnóstico clínico. E foi a partir deste protocolo que criou-se o OPD.
Este sistema busca fazer a diferenciação profunda e individualizada dos pacientes, sem desprezar o diagnóstico nosológico. É um método de avaliação desenvolvido para facilitar o diagnóstico clínico, o planejamento do tratamento e o prognóstico do caso.
Atualmente ele é muito utilizada na Alemanha e na Suíça, tanto por instituições públicos, quanto privadas, a fim de contemplar um sistema único para tratamentos psiquiátricos e psicológicos.
Os Discursos e a Cura
Os espaços psíquicos comuns e compartilhados
Método de trabalho psicanalítico em situação de grupo e de psicodrama, baseado em quatro conceitos: as noções de aliança inconsciente e de espaço onírico comum e partilhado, a categoria de intermediário e a do negativo. Suas modalidades e suas figuras são marcantes em todo vínculo, operando em casais, famílias, grupos e instituições.
Pânico: Efeito Do Desamparo Na Contemporaneidade
Paulo E A Difícil Tarefa De Aprender A Ler: Compreendendo A Dislexia
Pela perspectiva do cliente: Teoria e técnica da Avaliação Terapêutica
A Avaliação Terapêutica é uma abordagem da avaliação colaborativa semiestruturada, apoiada na filosofia humano-científica de Fischer, que foi desenvolvida pelo autor desta obra, Stephen E. Finn, e alguns de seus colegas do Center for Therapeutic Assessment, em Austin, Texas. Um de seus princípios fundamentais é a necessidade de englobar o contexto em que a pessoa está inserida, a fim de compreender plenamente sua visão de mundo, de causar impacto na vida dos clientes e de ajudá-los com seus problemas que são persistentes.
Esta obra contém diversos capítulos que apresentam técnicas específicas de Avaliação Terapêutica e colaborativa, auxiliando os leitores a aprender as engrenagens desse método, tais como integrar achados de testes, envolver os clientes na discussão de suas experiências na aplicação de um instrumento e conduzir sessões de intervenção.
"As revelações do Dr. Finn trouxeram novos ares para a prática da avaliação. Seus casos ilustrativos e exemplos pessoais são inspiradores e oferecem o estímulo para que os profissionais possam fazer mudanças no modo como entendem e praticam a avaliação. Este livro é fundamental para psicólogos que queiram fazer uma diferença na vida de crianças, adolescentes, adultos, casais e famílias com suas avaliações psicológicas!" - Debora Tharinger, Universidade do Texas.
Segundo o autor, a maior parte da Psicologia adotou um paradigma antigo em que a avaliação psicológica é vista como uma espécie de exame de sangue mais sofisticado. Existem as ferramentas, denominadas testes psicológicos, que podem ser usadas para "extrair" informações de um paciente. Depois disso, é possível colocar os dados em um computador, que os analisará e fornecerá uma interpretação que pode, então, ser utilizada para tomar decisões ou direcionar o tratamento.
Essa é uma caracterização difícil, especialmente para os inúmeros clínicos talentosos e habilidosos que praticam uma forma humanizada e não mecânica de avaliação psicológica. O autor, no entanto, acredita que eles sejam grandes exceções e questina: quantos avaliadores você conhece que nunca dão devolutiva da avaliação para os clientes, ou que lhes enviam pelo correio um longo relatório padrão cheio de jargão técnico e outras expressões sem sentido?"
Historicamente, os objetivos da avaliação psicológica foram direcionados para atender às necessidades de profissionais de saúde mentaal: esclarecer um diagnóstico ou condição de saúde mental de um cliente, ajudar no planejamento do tratamento ou avaliar a eficácia de intervenções que já haviam ocorrido. Finn e Tonsager (1997) chamaram essa abordagem de "modelo de coleta de informações" de avaliação psicológica. Em contraste, o objetivo principal da Avaliação Terapêutica é alcançar os objetivos e/ou necessidades dos clientes. Geralmente, isso envolve identificar, examinar e responder perguntas dos clientes sobre si mesmos e/ou suas relações com os outros. Sendo assim, a Avaliação Terapêutica reconhece a base contextual de todo o saber e rejeita a meta positivista do psicólogo como "observador objetivo".
Perfeita… SQN: uma fábula pra lá de real
Ela era tão bonita, tão inteligente, tão bondosa, tão habilidosa... será que ela era perfeita?
Mas então, como foi que de repente ela se viu completamente excluída?
Descubra o que aconteceu e como ela conseguiu sair dessa enrascada, que mais parecia uma terrível feitiçaria!
Perfeita... SQN é uma fábula real sobre crescer, se perceber, se gostar e se relacionar. Sobre pedir ajuda, aprender e ser mais feliz!
Perversão – Variações Clínicas Em Torno de uma Nota Só
Pesquisa Em Psicopatologia Fundamental
Pop – programa de orientação profissional – diário de bordo – livro/caixa – versão luxo
Por que devemos combater o bully
Segundo a Lei 13.185, sancionada em 6 de novembro de 2015, as escolas são obrigadas a adotarem medidas de prevenção e combate ao bullying, determinando que seja feita capacitação de docentes e equipes pedagógicas. Essas medidas visam implementar ações de prevenção e solução dos problemas, assim com orientar pais e familiares para identificar vítimas e agressores.
Considerando a demanda sobre esse assunto e o texto da lei, este livro, que desenvolve um conteúdo informativo e educativo, busca contemplar de forma lúdica as determinações da nova lei, fornecendo uma ferramenta significativa para as escolas, professores e pais na identificação e no combate ao bullying, orientando o público infantil sobre o tema.
Livro dispõe de formulários digitais.