Emocionário: dicionário das emoções 2ª edição
R$165,00
Este livro sintetiza o trabalho com as emoções que os autores vêm desenvolvendo nos últimos anos, tanto ao nível clínico quanto preventivo, com as crianças, as famílias e as escolas.
De forma lúdica e didática, reúne um amplo conhecimento sobre as emoções com conceitos do evolucionismo, da biologia das emoções, da neuropsicologia e da psicologia. Os autores objetivam, por meio da difusão desses conhecimentos, proporcionar o que chamam “Proficiência Emocional”, um fator extremamente importante no desenvolvimento da saúde mental.
A educação socioemocional está diretamente relacionada com o desenvolvimento da empatia uma função inata aos seres humanos e extremamente importante para o desenvolvimento de relações sociais de reciprocidade e harmonia, além disso ajuda na prevenção de transtornos mentais e no incremento da resiliência.
Totalmente ilustrado, o Emocionário oferece às crianças, aos pais, às escolas e aos terapeutas um convite para exploração do universo das emoções.
Assim, como desejam os autores, esperamos que seu mergulho no mundo das emoções possa ser uma jornada bem divertida a um mundo mais empático, e, assim, um mundo melhor!
Fora de estoque
Descrição
CONHEÇA OS AUTORES
Renato Maiato Caminha
Mestre em Psicologia Social e da Personalidade pela PUC-RS. Doutorando pela Universidade do Algarve, Portugal. Docente na área de terapias cognitivas em vários estados brasileiros, países da América Latina e da América Central. Conferencista internacional e professor convidado do mestrado em Psicopatologia da Infância e Adolescência na Universidade Autônoma de Barcelona. Diretor de ensino do InTCC Brasil e do ETCC Europa. Membro fundador e presidente da Federação Brasileira de Terapias Cognitivas (FBTC) – 2005-2007, membro da ALAMOC e ALAPCO. Criador do protocolo TRI e autor de várias obras-referência na área das terapias cognitivas da infância e adolescência.
Marina Gusmão
Psicóloga, especialista em terapias cognitivas pela UNISINOS-RS e pela Federação Brasileira de Terapias Cognitivas (FBTC). Docente na área de terapias cognitivas em vários estados brasileiros e países da América Latina. Conferencista internacional na área de terapias cognitivas da infância e adolescência. Diretora do InTCC Brasil e do ETCC Europa. Coordenadora da especialização em terapias cognitivas da infância e adolescência no InTCC Brasil e ETCC Europa. Criadora do protocolo TRI e autora de diversas obras-referência na área de terapias cognitivas da infância e adolescência.
DADOS TÉCNICOS
ISBN: 978-65-5571-048-9
Formato: 21 X 27,5cm | 80 Páginas | Peso: 471g
Acabamento: Capa dura
Informação adicional
| Peso | ,200 kg |
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A Avaliação Terapêutica é uma abordagem da avaliação colaborativa semiestruturada, apoiada na filosofia humano-científica de Fischer, que foi desenvolvida pelo autor desta obra, Stephen E. Finn, e alguns de seus colegas do Center for Therapeutic Assessment, em Austin, Texas. Um de seus princípios fundamentais é a necessidade de englobar o contexto em que a pessoa está inserida, a fim de compreender plenamente sua visão de mundo, de causar impacto na vida dos clientes e de ajudá-los com seus problemas que são persistentes.
Esta obra contém diversos capítulos que apresentam técnicas específicas de Avaliação Terapêutica e colaborativa, auxiliando os leitores a aprender as engrenagens desse método, tais como integrar achados de testes, envolver os clientes na discussão de suas experiências na aplicação de um instrumento e conduzir sessões de intervenção.
"As revelações do Dr. Finn trouxeram novos ares para a prática da avaliação. Seus casos ilustrativos e exemplos pessoais são inspiradores e oferecem o estímulo para que os profissionais possam fazer mudanças no modo como entendem e praticam a avaliação. Este livro é fundamental para psicólogos que queiram fazer uma diferença na vida de crianças, adolescentes, adultos, casais e famílias com suas avaliações psicológicas!" - Debora Tharinger, Universidade do Texas.
Segundo o autor, a maior parte da Psicologia adotou um paradigma antigo em que a avaliação psicológica é vista como uma espécie de exame de sangue mais sofisticado. Existem as ferramentas, denominadas testes psicológicos, que podem ser usadas para "extrair" informações de um paciente. Depois disso, é possível colocar os dados em um computador, que os analisará e fornecerá uma interpretação que pode, então, ser utilizada para tomar decisões ou direcionar o tratamento.
Essa é uma caracterização difícil, especialmente para os inúmeros clínicos talentosos e habilidosos que praticam uma forma humanizada e não mecânica de avaliação psicológica. O autor, no entanto, acredita que eles sejam grandes exceções e questina: quantos avaliadores você conhece que nunca dão devolutiva da avaliação para os clientes, ou que lhes enviam pelo correio um longo relatório padrão cheio de jargão técnico e outras expressões sem sentido?"
Historicamente, os objetivos da avaliação psicológica foram direcionados para atender às necessidades de profissionais de saúde mentaal: esclarecer um diagnóstico ou condição de saúde mental de um cliente, ajudar no planejamento do tratamento ou avaliar a eficácia de intervenções que já haviam ocorrido. Finn e Tonsager (1997) chamaram essa abordagem de "modelo de coleta de informações" de avaliação psicológica. Em contraste, o objetivo principal da Avaliação Terapêutica é alcançar os objetivos e/ou necessidades dos clientes. Geralmente, isso envolve identificar, examinar e responder perguntas dos clientes sobre si mesmos e/ou suas relações com os outros. Sendo assim, a Avaliação Terapêutica reconhece a base contextual de todo o saber e rejeita a meta positivista do psicólogo como "observador objetivo".
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